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Adamantina, domingo, 20 de maio de 2012
A rinite alérgica atinge de 20 a 40% da população, sendo que a maioria são crianças com idade entre 6 e 12 anos. Para evitar crises alérgicas, alguns cuidados podem fazer a diferença.
De acordo com o pneumologista Sérgio Yamashiro, a rinite pode ser restrita a uma época do ano, entretanto, quando os sintomas aparecem constantemente, ou duram pelo menos três meses, merece cuidados especiais.
Os sintomas mais frequentes são congestão e obstrução nasal (nariz entupido), prurido nasal e ocular (coceira no nariz e nos olhos), espirros e coriza clara (secreção do nariz clara).
O profissional explica que as causas da crise alérgica ácaros da poeira doméstica, mofo, barata, pólen, cães, gatos e fumaça de cigarro. Os fatores que podem agravar esse quadro são história familiar de atopia (rinite, asma, eczema), asma associado a rinite, quarto e casa mal ventilados ou em que não bate sol, poluição do ar, animais dentro de casa, pais fumantes e ar condicionado central.
Yamashiro explica que os pais devem ficar atentos quando os pequenos apresentam constantemente nariz entupido acompanhado de coriza, fungor, espirros e coceira no nariz e nos olhos. “Um fator que caracteriza a renite é o ‘nariz pinicando’, que quando assoa não sai nada. Quando isso acontece, é necessário alerta”, explica o profissional.
Para evitar que a crise se prolongue, o profissional explica que é necessário evitar expor a criança a poeira doméstica e ácaros, esporos de mofo, fungos do ar, cães e dentro de casa e fumaça de cigarro. “Caso haja contato, recomendamos que os pais dêem banho na criança, para que as roupas infectadas sejam substituídas” completa.
O médico explica que algumas medidas podem melhorar e diminuir a crise, como manter a casa bem arejada, evitar que a criança fique longos períodos em lugares fechados e preferir atividades ao ar livre, evitar animais com pêlos, encapar o colchão com material sintético impermeável ou capa especial para alérgicos, manter o travesseiro com capa anti-alérgica, lavar a mesma semanalmente e colocá-lo para tomar sol com frequência e ninguém fumar dentro de casa.
Outra alternativa que pode auxiliar os pais são as vacinas de sensibilização chamada de imunoterapia específica e o uso de corticoesteroides tópicos nasais, que são uteis para os casos intermitentes moderados a grave e para os casos persistentes, contínuos ou resistentes ao tratamento.
Atenção – De acordo com Yamashiro, as rinites alérgicas tratadas inadequadamente podem ocasionar outros problemas, como sinusites. “Por isso é necessário acompanhamento médico”, finaliza.
Fique atento a:
Higiene ambiental
A forma mais simples de tratar alergia é evitar o contato com a substância que desencadeia os sintomas
Tratamento medicamentoso
Com acompanhamento médico, se essas medidas não forem suficientes para controlar os sintomas do paciente, pode-se recorrer à indicação de medicamentos
Vacinas antialérgicas
Quando os demais tratamentos não apresentarem resultados, os mesmos podem ser associados ao uso de vacinas antialérgicas
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Fonte: Tamyris Araujo - Da redação



(0) ComentáriosAprenda como evitar crises de rinite alérgica em crianças
O pneumologista Sérgio Yamashiroo fala sobre o assunto
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